Porque a inclusão começa pelo conhecimento
As doenças raras afetam milhões de pessoas em todo o mundo, mas continuam a ser pouco conhecidas pela sociedade. A escola é um espaço privilegiado para promover o conhecimento, a compreensão e o respeito pela diferença, contribuindo para a construção de comunidades mais inclusivas e solidárias.
Convidamos os professores a fazerem parte deste projeto e a levarem este tema para a sala de aula, envolvendo os seus alunos em atividades que promovem a empatia e a inclusão. Inscreva-se e descubra como participar.
Informar
Este projeto disponibiliza aos professores recursos e atividades pedagógicas que lhes permitem abordar as doenças raras e a deficiência em contexto escolar, envolvendo os alunos numa reflexão ativa sobre inclusão, diversidade e cidadania.
Educar
Fornecemos materiais informativos e didáticos adaptados a diferentes níveis de ensino, permitindo que os professores integrem estes temas nas suas práticas educativas de forma simples, dinâmica e adequada à idade dos alunos.
Através da educação, procuramos desenvolver competências como a empatia, a solidariedade, o respeito pela diversidade e a valorização da diferença.
Envolver
Ao capacitarmos os professores promovemos a participação ativa dos alunos incentivando-os a tornarem-se agentes de mudança nas suas escolas e comunidades.
Ao envolver toda a comunidade educativa, contribuímos para a criação de ambientes escolares mais inclusivos, onde todas as crianças e jovens se sintam acolhidos, compreendidos e valorizados.
O projeto em detalhe
Destinatários
Crianças e os jovens do pré-escolar, 1.º, 2º e 3º ciclo e ensino secundário.
Método
Distribuição junto das escolas de materiais informativos e didáticos que ensinem as crianças e os jovens a compreender e lidar com as doenças raras, a não discriminar pessoas com doenças raras e/ou com deficiência e a aprender a fazer a integração das diferenças no seu dia-a-dia.
Duração
As atividades foram desenhadas para ter uma duração máxima de uma hora e meia em sala de aula. A implementação pode ser dividida entre mais de uma aula ou várias disciplinas.
Quem Implementa
O professor, professora, educador ou educadora, com base nos materiais recebidos, depois de participar numa sessão de esclarecimentos/formação remota (duração 30min-1h).
Kit Informar sem Dramatizar
O kit Informar sem dramatizar para uma turma é constituído por:
- Guião para docente
- Apresentação Powerpoint para professor/a | livro para educador/a
- X Materiais diversos consoante o número de alunos/as
Pré-Escolar - dos 3 aos 6
Despertar a curiosidade para a existência de doenças raras. Passar conceitos básicos de forma simples e lúdica.
1º Ciclo - dos 6 aos 10
Chamar a atenção das crianças para as doenças raras através de outros problemas de saúde que, por serem mais conhecidos e comuns, lhes sejam familiares.
2º Ciclo - dos 10 aos 13
Chamar a atenção para as doenças raras através de uma atividade dinâmica e fazer com que as crianças pensem sobre o assunto e retenham alguns conceitos.
3º Ciclo - dos 12 aos 16
Além de chamar a atenção para as doenças raras, pretende-se passar mais conceitos de cidadania e incutir um espírito de responsabilidade no apoio à luta destes doentes.
Ensino Secundário - dos 15 aos 18
Além de chamar a atenção para as doenças raras e de incutir um espírito de responsabilidade cívica e social junto dos jovens, apelar à sua criatividade e imaginação.
Contactos
Para o esclarecimento de dúvidas ou falar com a equipa do projeto, envie email para isd.rdportugal@gmail.com
Objetivos específicos por ciclo de ensino
Créditos
- Autoria de todos os materiais e do conceito: RD-Portugal
- Design do livro e restantes materiais do Pré-escolar: Inês Sabino Gaspar
- Ilustração do livro do Pré-Escolar: Cristina Coelho
- Design materiais do 1.° ciclo: Inês Sabino Gaspar
- Design materiais do 2.° Ciclo: Cognipharma
- Design materiais do 3.° ciclo: Inês Sabino Gaspar
- Ícons, infografias, ilustrações e imagens dos materiais: Freepik, Unsplash, Pexels, Flaticon, ShuterStock, Adobe Stock, Mentimeter, La Repubblica, entidades que iluminaram edifícios em 2018 e 2022 e originais RD-Portugal